Novidades do ano novo

Nosso foco na última edição americana foi na nova tecnologia e outras coisas que você deve estar observando nesse novo ano. Comecemos apresentando o novo Publisher da Industrial Heating, Darrel Dal Pozzo. O quadro no canto fornece maiores informações sobre ele. Sabemos que Darrel será calorosamente recebido por nossa família de processamento térmico.

Gostaríamos de rever algumas poucas coisas que têm potencial para mudar o que nós fazemos ou como nós fazemos. Como temos dito muitas vezes, o desenvolvimento de materiais tem o potencial de causar um grande impacto na nova tecnologia. Um deles é o grafeno. Conforme o tempo passa, o desenvolvimento continua e nos aproximamos mais deste impacto. Grafeno é uma folha densa de carbono de um átomo, além de ser o material mais resistente jamais testado e o mais fino já fabricado. É um melhor condutor de calor e eletricidade do que o cobre e o silício, sendo tão impermeável ao hélio que contêineres de grafeno armazenam hélio melhor do que tanques de aço. Ao mesmo tempo que o grafeno é flexível como borracha, é também tão claro quanto um vidro levemente pintado.

Alguns em nossa indústria devem estar envolvidos com o material, mas é mais provável que o grafeno e seus produtos venham a substituir os materiais que foram processados termicamente até agora. Pesquisadores da Carnegie Mellon indicam que pode ser possível o uso do grafeno para fabricar materiais leves como plástico, resistentes como alumínio e amplos o suficiente para se construir um carro. Observaremos com interesse.

Outro grande desenvolvimento parecem ser células de combustível de hidrogênio para automóveis. Eu sei, você já ouviu isso antes. Desta vez, entretanto, “pode ser pra valer”. Virtualmente, todas as grandes montadoras estão trabalhando em células de combustível para os carros que irão para venda (ou arrendamento) já em 2015 (BMW e Hyundai). O hidrogênio parece estar fazendo alguns estranhos companheiros, com Renault e Nissan juntando-se à Daimler e Ford para um objetivo de lançamento em 2017. Uma joint venture entre Honda e GM tem 2020 como meta para serem produzidos carros a hidrogênio. Como isso afetará nossa indústria? Só o tempo dirá.

O espaço é outra fronteira (se não a fronteira final) para transpor grandes desenvolvimentos. Desde que a NASA esvaziou o programa espacial, empresas privadas têm assumido o manto das viagens espaciais. Não podemos fornecer muitos detalhes nesta coluna, apenas prestar atenção aos seguintes programas com suas datas de lançamento antecipadas entre parênteses: Lynx (2014), SpaceShipTwo (2014), Dragon (2015), Dream Chaser (2017), New Shepard (?) e Orion (2021 – 2025). Alguns desses veículos destinam-se a transportar cargas para a Estação Espacial Internacional (ISS – International Space Station) e alguns levarão passageiros para o Espaço suborbital.

Para atender às necessidades do lançamento de voos espaciais, três novas bases espaciais estão sendo desenvolvidas. Temos discutido previamente a Base Espacial América no Novo México, todavia sobre a Base Espacial Regional Mid-Atlantic é uma operação estatal com base no campo de lançamento da NASA em Wallops Island, Virgínia, EUA. Em setembro, uma cápsula foi lançada de lá para a ISS. A terceira base está localizada no Kennedy Space Center, na Flórida.

Anos novos sempre asseguram grandes oportunidades e 2014 também promete não ser diferente. Nós o encorajamos a ficar atento à Industrial Heating em 2014 – tanto na versão impressa quanto em nosso site – para as últimas novidades e desenvolvimentos.

Reed Miller
Reed Miller
Mestre em engenharia metalúrgica, experiências de carreira industriais variam de aço derretendo ao acabamento; rolamento de fabricação, testes e tratamento térmico; e forjou manufatura moinho-roll e tratamento térmico. Com mais de uma década como editor da Revista Industrial Heating nos EUA, ele traz mais de 35 anos de experiência para a sua posição. Contate: +1 412-306-4360 ou reed@industrialheating.com

1 Comentário

  1. Luiz Roberto Hirschheimer disse:

    Muito bom. O artigo mostra, claramente, “onde estamos e para onde vamos”.

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